Insights

A engenharia do crédito estruturado, explicada

Análises técnicas sobre estruturação de FIDCs, securitização, subordinação e teses de crédito alternativo — escritas por quem monta operações, para quem decide.

Engenharia de Risco
Limites de concentração em FIDC: a engenharia que segura um sacado

Por sacado, cedente e setor — os tetos por classe de cotas sob a CVM 175, por que concentração alta não é sinônimo de risco alto e a concentração oculta que os limites nominais não capturam.

8 min de leitura
Engenharia de Governança
Administrador, gestor e custodiante: quem responde por quê num FIDC

A divisão de responsabilidades entre os prestadores é a real camada de controle do fundo — quem coordena, quem decide o crédito e onde a fraude é (ou não) interceptada sob a CVM 175. Com a indústria rumo a R$ 1 trilhão.

8 min de leitura
Special Situations
DIP financing: a engenharia de emprestar para quem está em recuperação judicial

Extraconcursalidade do art. 69-A, garantias sobre o ativo não circulante, desembolso por tranches e controle de caixa — por que o risco dominante é de processo, não de crédito.

9 min de leitura
Engenharia de Estruturação
Cascata de pagamentos em FIDC: a ordem que define quem recebe primeiro

A ordem em que despesas, reserva de caixa e cada classe de cota recebem — e como o regime sequencial pós-evento de avaliação blinda a sênior quando a carteira aperta. Com a Selic a 14,25%.

8 min de leitura
Engenharia Operacional
Esteira de cessão: a engenharia operacional que valida o lastro do FIDC

Da originação ao pagamento do cedente — quem responde pela verificação de lastro sob a CVM 175, os limites da amostragem e o que a duplicata escritural muda a partir de 2026.

8 min de leitura
Engenharia de Carteira
Revolvência em FIDC: a engenharia do reinvestimento contínuo

Como o período de revolvência recicla recebíveis curtos em funding estável — critérios de elegibilidade, verificação de lastro e por que ele é o melhor lugar do mercado para mascarar inadimplência.

8 min de leitura
Engenharia de Carteira
FIDC multicedente e multissacado: a engenharia da pulverização

Por que pulverizar centenas de cedentes e milhares de sacados é a proteção estrutural do fundo — limites de concentração sob a CVM 175, concentração oculta e o custo da esteira.

8 min de leitura
Engenharia de Risco
Coobrigação na cessão de recebíveis: quem carrega o risco no FIDC

Cessão com ou sem coobrigação define quem absorve a inadimplência — e muda o preço das cotas, a subordinação e o balanço do originador. O que a CVM 240/2026 alterou.

8 min de leitura
Gestão de Risco
Gatilhos em FIDC: a engenharia dos eventos de avaliação e liquidação antecipada

Como eventos de avaliação, amortização e liquidação antecipada funcionam como disjuntores que protegem o cotista sênior quando a carteira se deteriora — sob a RCVM 175.

8 min de leitura
Crédito Não-Padronizado
FIDC não-padronizado: estruturando o crédito que não cabe na régua

O que muda quando o lastro é judicial, inadimplido ou de empresa em recuperação — e por que a CVM 175 migrou o tratamento do fundo para a classe de cotas.

9 min de leitura
Estruturação
Como estruturar um FIDC: o guia completo do originador

Etapas, prestadores, custos e prazos para estruturar um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios sob a RCVM 175 — do regulamento à primeira cessão.

9 min de leitura
Cadeias Produtivas
FIDC de fomento: como financiar sua cadeia de fornecedores

Como indústrias-âncora usam FIDCs para antecipar pagamentos a fornecedores PME com taxas menores que factoring — mecânica, requisitos e resultados.

7 min de leitura
Securitização
Securitização de recebíveis: transformando carteira em capital

O que é securitização, quando usar FIDC versus securitizadora, e como montar uma esteira de cessão que escala — guia para empresas e originadores.

8 min de leitura
Análise de Custos
FIDC vs crédito bancário: comparando o custo real do capital de giro

Análise dos componentes de custo de um FIDC contra linhas bancárias de giro — quando a estrutura compensa e como calcular o breakeven.

7 min de leitura
Engenharia Financeira
Cotas sênior, mezanino e subordinada: a engenharia da proteção

Como funciona a estrutura de classes de um FIDC — waterfall, dimensionamento de subordinação por estresse de inadimplência e alinhamento de interesses.

8 min de leitura
Ativos Alternativos
Precatórios federais como tese de crédito: o que o investidor qualificado precisa saber

Por que precatórios federais negociam com deságio, quais os riscos reais da tese e como uma originação com due diligence jurídica captura esse prêmio.

8 min de leitura

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Falar com a estruturação
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui oferta, recomendação ou solicitação de investimento em valores mobiliários ou cotas de fundos, tampouco aconselhamento jurídico, contábil ou tributário. Cenários e indicadores citados são ilustrativos e não representam promessa ou garantia de resultado. Cotas de FIDC são destinadas a investidores qualificados, nos termos da regulamentação CVM aplicável.